Rubens Menin analisa vendas de Alisson e Savinho e projeta futuro da base do Atlético-MG

Durante o GaloCast desta terça-feira (25/2), Rubens Menin, dono da SAF do Atlético-MG, abordou as recentes vendas dos jovens Alisson e Savinho, além de discutir o planejamento para o desenvolvimento da base do clube.
Menin reconheceu que a formação de jogadores no Atlético-MG ainda não atingiu o nível desejado, mas destacou os avanços realizados. “A base ainda não está onde gostaríamos que estivesse, mas estamos no caminho certo. Sem base, não há futebol no futuro”, afirmou.
O empresário também enfatizou a necessidade de ampliar os investimentos na categoria de base: “Queremos aumentar cada vez mais o investimento e transformar a base do Atlético em um celeiro de craques. É um projeto de médio prazo, e a cada ano a estrutura precisa evoluir. Ainda há muito a ser feito.”
Vendas de Savinho e Alisson
Sobre a venda de Savinho ao Grupo City, em 2022, Menin admitiu que o negócio foi fechado por um valor abaixo do mercado – aproximadamente 6,5 milhões de euros. “Infelizmente, tivemos que liberar o Savinho. Todos sabíamos do potencial dele. Ele já estava mais pronto que o Alisson, mas naquele momento a parte financeira pesou. O Atlético precisava da venda.”
Já em relação à recente transferência de Alisson Santana para o Shakhtar Donetsk, o empresário considerou a negociação positiva: “Foi uma grande venda para o clube. Ele teve algumas lesões no ano passado e, com o elenco atual, teria dificuldades para ganhar minutagem. Sem tempo de jogo, o desenvolvimento do atleta é comprometido. Acredito que tomamos a melhor decisão.”
Com essas declarações, Rubens Menin reforça o compromisso com o crescimento do Atlético-MG, equilibrando as necessidades financeiras do clube com o objetivo de fortalecer a base para o futuro.
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