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Flamengo

“Não é crime”, diz defesa de Bruno Henrique, do Flamengo

Luccas Melo21 de maio de 2025
Advogados de Bruno Henrique afirmam que atacante do Flamengo "não cometeu crime"
Advogados de Bruno Henrique afirmam que atacante do Flamengo "não cometeu crime"

A defesa do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pediu o arquivamento das investigações de um envolvimento do jogador em um esquema de apostas. Os advogados alegam que “forçar cartão não é crime”.

 

Segundo o jornalista Léo Dias, o argumento da defesa é de que a atitude não tem interferência no resultado da partida. A justificativa considera que forçar um cartão amarelo é algo comum no futebol e admitido por atletas e treinadores.

 

Todavia, ainda segundo os advogados do camisa 27, o lucro de 15 mil de reais é “irrelevante” em relação ao faturamento anual das casas de apostas.

 

O jurídico do atacante também aponta para um suposto “excesso” da Polícia Federal em tentar caracterizar como estelionato um comportamento que não teve participação direta. Eles afirmam que o flamenguista não obteve lucro com as apostas.

 

Bruno Henrique teria forçado um cartão na partida entre Santos e Flamengo, pela Série A de 2023, para beneficiar apostadores. Um dos envolvidos no esquema é o irmão do jogador do Rubro-Negro.

 

 

Contudo, a investigação da Polícia Federal obteve acesso a conversas e chamadas em que eles combinam o esquema para as apostas.

 

Leia mais: Caso Gabriella Anelli: Torcedor do Flamengo é condenado por morte de palmeirense

 

Até o momento, o Flamengo optou pelo não afastamento de Bruno Henrique e espera a conclusão das investigações. Em caso de condenação, entretanto, o atacante pode sofrer banimento do futebol por envolvimento com apostas esportivas.

#Apostas#Bruno Henrique#flamengo#Polícia Federal

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