
A defesa do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pediu o arquivamento das investigações de um envolvimento do jogador em um esquema de apostas. Os advogados alegam que “forçar cartão não é crime”.
Segundo o jornalista Léo Dias, o argumento da defesa é de que a atitude não tem interferência no resultado da partida. A justificativa considera que forçar um cartão amarelo é algo comum no futebol e admitido por atletas e treinadores.
Todavia, ainda segundo os advogados do camisa 27, o lucro de 15 mil de reais é “irrelevante” em relação ao faturamento anual das casas de apostas.
O jurídico do atacante também aponta para um suposto “excesso” da Polícia Federal em tentar caracterizar como estelionato um comportamento que não teve participação direta. Eles afirmam que o flamenguista não obteve lucro com as apostas.
Bruno Henrique teria forçado um cartão na partida entre Santos e Flamengo, pela Série A de 2023, para beneficiar apostadores. Um dos envolvidos no esquema é o irmão do jogador do Rubro-Negro.
Mensagens que a PF interceptou entre
Bruno Henrique e seu irmão: pic.twitter.com/meKJJpw9pm— Noite de Copa (@Noitedecopa) April 16, 2025
Contudo, a investigação da Polícia Federal obteve acesso a conversas e chamadas em que eles combinam o esquema para as apostas.
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Até o momento, o Flamengo optou pelo não afastamento de Bruno Henrique e espera a conclusão das investigações. Em caso de condenação, entretanto, o atacante pode sofrer banimento do futebol por envolvimento com apostas esportivas.



